Lendo as jornadas…
Seu perfil pode ser desligado amanhã, e aí você fica sem endereço, sem portfólio e sem prova do que entregou. Aqui o seu trabalho tem casa própria.
O roteiro do filme da sua marca, cena a cena: cada uma leva direto à ferramenta certa da plataforma.
Toda cena deste roteiro existe para encantar essa pessoa: é para ela que você vende.
Esta lista é apenas exemplificativa, e não exaustiva. Serve para dar uma ideia do que costuma existir no portfólio de quem trabalha nesta área. Não é um limite do que pode ser feito, não substitui as regras da profissão e cada pessoa monta o portfólio dela.
Este é o endereço que é SEU, e é a diferença que dá nome a esta jornada: rede social é casa alugada e o dono pode mudar a fechadura sem avisar. Foto, capa, bio e o que você faz ficam aqui, fora do alcance de qualquer bloqueio.
Um raio-X do negócio, e criar conteúdo É um negócio: mostra onde você está forte e por onde começar, das oito áreas que toda empreendedora precisa girar.
Formato por formato, com o que está incluso e o prazo: vídeo curto, sequência de stories, publicação no feed, presença em evento, criação de foto para a marca usar. Quem chega sabendo o que você vende negocia melhor com você.
É a página que a marca abre antes de te chamar, e ela se monta sozinha com o que já está aqui. Só faltam duas coisas suas: as marcas que você já atendeu e o alcance de cada rede COM A DATA em que você conferiu. Número sem data é o que faz o PDF de mídia kit chegar velho na mão de quem contrata.
Marca some por três dias e volta com prazo para ontem. Com a agenda aberta, a reunião e a data da gravação se marcam sozinhas, nos horários que você deixou.
O primeiro agendamento prova que o caminho fecha de ponta a ponta: a marca achou você, entendeu o que você entrega e marcou a data.
Escopo, prazo, quantas peças, onde a marca pode usar o seu conteúdo, por quanto tempo e o que acontece se atrasar. É o combinado por escrito que evita a conversa ruim depois, e no começo é justamente quem não tem contrato que acaba refazendo de graça.
Receber pela plataforma organiza o caixa e deixa registro do que entrou. Combinado sem recibo vira palavra contra palavra na hora da cobrança.
O que você publicou fica aqui, fora da rede social. Serve para três coisas ao mesmo tempo: é o seu portfólio, é a sua prova se a conta cair, e é material para reaproveitar. Quem perde a conta sem isso perde também o que entregou.
Quem é o contato, o que já rendeu, quando falou com você pela última vez. É a sua carteira, e ela vale mais que a contagem de seguidores: marca que já trabalhou com você é quem tem mais chance de voltar.
Cachê que entrou, imposto, equipamento, deslocamento. E o produto que você recebeu no lugar de dinheiro TEM valor, mesmo que ninguém emita nada: quem não registra a permuta acha que o mês foi fraco quando ele não foi.
Escreva uma vez e leve para as suas redes pelo próprio app, com o texto e a arte guardados aqui. O que você publica passa a existir em dois lugares, e o segundo é seu.
Uma campanha simples para a sua base de contatos, avisando o que você está aceitando neste mês. Marca não adivinha agenda livre.
Quantas campanhas, quanto entrou, quais formatos mais saem. São os seus números, medidos aqui, e não os que a rede social decide te mostrar.
Muita gente quer fazer o que você faz. Curso gravado, mentoria ou aula ao vivo viram receita que não depende de a marca contratar de novo neste mês.
🍿 Fim do roteiro. Entre na sua conta para ver o seu progresso pintado cena a cena, medido pelo uso real da plataforma.